| porto | julho de 2009 |
sábado, julho 25, 2009
sexta-feira, julho 24, 2009
Momento homofóbico-parvo-sexista
Eu queria mesmo era que o Miguel Vale de Almeida se fosse enrolar com a Fernanda Câncio.
Quem não sorrir, é estalinista. :)

| o gang das lx3 ou eu tenho dois amores | porto | julho de 2009 |
Quem não sorrir, é estalinista. :)
| o gang das lx3 ou eu tenho dois amores | porto | julho de 2009 |
quarta-feira, julho 22, 2009
Edgar Martins, artista circense.
Recentemente o New York Times, viu-se burlado por Edgar Martins. Na sequência, as fotografias foram retiradas do site e os editores denunciaram a intrujice.
Não há grande coisa a explicar ou sequer a discutir: apesar de anunciar que cria as suas imagens com longas exposições mas sem manipulação digital, verificou-se que no ensaio apresentado a manipulação foi vasta e em certos pormenores grosseira - razão pela qual se viu desmascarado.
Mas o mais decadente é observar as respostas dadas pelo próprio ao Público, em que seguindo o mesmo estilo literário "eu quando estava na administração do BPN nunca vi burlas em lado nenhum" se recusa sequer a admitir que a história foi muito mal contada. «Tenho uma fotografia que mostra um tijolo em cima de uma esponja, que traduz a fragilidade desta situação. Toda a realidade é uma construção».
Imagino alguém (que não eu, claro) a contra-argumentar: «Eu tenho uma fotografia que mostra um nariz de palhaço em cima de um poio, que traduz a ironia desta situação. Toda a fotografia é uma palhaçada de merda.»
Notas:
-As perguntas de Jain Lemos.
-A longa e dispersa discussão no Metafilter.

| duas colunas às 3 da manhã | porto | julho de 2009 |
Não há grande coisa a explicar ou sequer a discutir: apesar de anunciar que cria as suas imagens com longas exposições mas sem manipulação digital, verificou-se que no ensaio apresentado a manipulação foi vasta e em certos pormenores grosseira - razão pela qual se viu desmascarado.
Mas o mais decadente é observar as respostas dadas pelo próprio ao Público, em que seguindo o mesmo estilo literário "eu quando estava na administração do BPN nunca vi burlas em lado nenhum" se recusa sequer a admitir que a história foi muito mal contada. «Tenho uma fotografia que mostra um tijolo em cima de uma esponja, que traduz a fragilidade desta situação. Toda a realidade é uma construção».
Imagino alguém (que não eu, claro) a contra-argumentar: «Eu tenho uma fotografia que mostra um nariz de palhaço em cima de um poio, que traduz a ironia desta situação. Toda a fotografia é uma palhaçada de merda.»
Notas:
-As perguntas de Jain Lemos.
-A longa e dispersa discussão no Metafilter.
| duas colunas às 3 da manhã | porto | julho de 2009 |
quarta-feira, julho 08, 2009
Na sequência da constatação anterior...
Começa como um quase nada. Um sentimento difuso que não se traduz em coisa nenhuma. Pequenos impulsos resultantes do estremecimento perante os primeiros sinais de velhice. Um dos mais importantes, o fugaz impulso para frases assassinas. A de hoje: «eu ainda sou do tempo em que os telemóveis tinham antena.»
Se me ouvirem a dizê-lo sem um sorriso, batam-me ou beijem-me. Devagar em ambos os casos, que estou a envelhecer.

| dois meios fiat polski ou seja um | cracóvia | polónia | 2003 |
Se me ouvirem a dizê-lo sem um sorriso, batam-me ou beijem-me. Devagar em ambos os casos, que estou a envelhecer.
| dois meios fiat polski ou seja um | cracóvia | polónia | 2003 |
segunda-feira, junho 29, 2009
quinta-feira, junho 25, 2009
Vector_3 U
Esta série foi feita com dois rolos na Primavera de 2007.
A ideia, que não é minha, era fotografar três quilómetros em linha recta. «As fotografias deverão "evitar as pessoas e centrar-se no urbano ou paisagístico contemporâneo"» - dizia-se.
Optei por fotografar o Porto. Mas não queria andar a fotografar o "Porto óbvio". Tracei um percurso da Asprela até ao Lagarteiro, que tem exactamente três quilómetros. As traseiras da cidade são muito grandes e nelas vive muita gente.
Fotografei sequencialmente de oeste para leste. O primeiro rolo em cima da bicicleta, ao fim do dia, até às Antas. O segundo rolo a meio da tarde, a pé das Antas até Azevedo de Campanhã.
No Lagarteiro tive algum receio. Um puto decidiu acompanhar-me por três ou quatro minutos enquanto que me perguntava se trabalhava para a Câm'ra e me advertia que o pessoal podia "bater mal" com as fotografias. Na verdade vi muitos sorrisos mas só disparei três fotos.
Esta é a última.

| 41º09'07''N | 8º34'27''W | porto | 2007 |
A ideia, que não é minha, era fotografar três quilómetros em linha recta. «As fotografias deverão "evitar as pessoas e centrar-se no urbano ou paisagístico contemporâneo"» - dizia-se.
Optei por fotografar o Porto. Mas não queria andar a fotografar o "Porto óbvio". Tracei um percurso da Asprela até ao Lagarteiro, que tem exactamente três quilómetros. As traseiras da cidade são muito grandes e nelas vive muita gente.
Fotografei sequencialmente de oeste para leste. O primeiro rolo em cima da bicicleta, ao fim do dia, até às Antas. O segundo rolo a meio da tarde, a pé das Antas até Azevedo de Campanhã.
No Lagarteiro tive algum receio. Um puto decidiu acompanhar-me por três ou quatro minutos enquanto que me perguntava se trabalhava para a Câm'ra e me advertia que o pessoal podia "bater mal" com as fotografias. Na verdade vi muitos sorrisos mas só disparei três fotos.
Esta é a última.
| 41º09'07''N | 8º34'27''W | porto | 2007 |
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