| ela e ele | trás-os-montes | outubro 2008 |
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terça-feira, novembro 18, 2008
Escrevam-me.
Responderei com gosto. Sejam criativos. Obrigado.

| ela e ele | trás-os-montes | outubro 2008 |
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quarta-feira, novembro 12, 2008
A vida é um milagre.
Título roubado a Emir Kusturica.
Sentados os dois no sofá. Eu e ela. Ela lá acalmou um pouco. Pedi-lhe para esperar e fui buscar um livro. Ao olharmos para uma fotografia do nascer da Terra, a partir da Lua, insistiu comigo: «A Lua e a praia». Óbvio.

| vinhais | outubro 2008 |
Sentados os dois no sofá. Eu e ela. Ela lá acalmou um pouco. Pedi-lhe para esperar e fui buscar um livro. Ao olharmos para uma fotografia do nascer da Terra, a partir da Lua, insistiu comigo: «A Lua e a praia». Óbvio.
| vinhais | outubro 2008 |
quarta-feira, junho 06, 2007
Princípios Simples XXIV
Os melhores mestres são aqueles que tratamos por tu. O contrário não é necessariamente verdade.

| Estética Aniceto B. | Trás-os-Montes | 2006 |
| Estética Aniceto B. | Trás-os-Montes | 2006 |
segunda-feira, maio 07, 2007
Sexo e tabaco.
Para mim estas coisas começaram na escola.
Há coisas que nunca perceberei. Uma é a ligação entre as motas, o tabaco e o sexo. As Yamahas DT, as Casal Boss e as Vespas eram o objectivo de vida de 50% da população da escola secundária. Ter uma lambreta era a sorte grande. Para os infelizes que não chegavam lá havia sempre a possibilidade de fumar nos intervalos. Havia até quem combinasse motas e tabaco. E tudo isto estava ligado a um mito bem estabelecido: o sucesso face ao sexo oposto.
Eu sempre senti curiosidade por outras coisas. Uma delas o sexo propriamente dito. A outra era a música. Preferi passar a adolescência a passear enormes LPs de casa para escola e da escola para casa.
Mas deixemos as motas de lado. Desde que vi há uns anos o filme da Emmanuelle, que não via uma ligação tão íntima entre sexo e tabaco.
Há coisas que eu nunca perceberei. O prazer de inalar alcatrão é uma delas. A maioria dos fumadores acham que o fumo no espaço público pode ser moderado em ambientes "sérios" - no trabalho, nas escolas, nos museus, nos cinemas, nos transportes públicos... Mas quando se trata de "lazer" a coisa muda de figura. O cigarro é "lazer". Por isso os cafés, restaurantes, bares e discotecas são feitos naturalmente para fumar. Naturalmente. Isso nunca será visto como uma violência colectiva pela maioria dos fumadores. Naturalmente.
Deixei de sair à noite há uns anos precisamente por causa do fedor a tabaco. E por causa de outra coisa importante: a música e o sexo. :)
Há coisas que eu nunca perceberei. A mística à volta do cigarrinho pós-coital é uma delas. É que - aqui me confesso - nunca me enrolei com uma fumadora. Acasos da vida.
Ainda posso falar das incoerências de discussões partidárias, onde discutindo-se acesamente assuntos como (ora deixa ver...) a ecologia ou serviço nacional de saúde, enchem-se durante horas, salas com fumo de tabaco, cagando literalmente em noções básicas de poluição, saúde pública e de bem estar colectivo. Triste. Patético.
Há alguns anos que não participo em reuniões dessas. Acasos da vida.

| marco de correio | casa dos avós | Trás-os-Montes | 2006 |
Há coisas que nunca perceberei. Uma é a ligação entre as motas, o tabaco e o sexo. As Yamahas DT, as Casal Boss e as Vespas eram o objectivo de vida de 50% da população da escola secundária. Ter uma lambreta era a sorte grande. Para os infelizes que não chegavam lá havia sempre a possibilidade de fumar nos intervalos. Havia até quem combinasse motas e tabaco. E tudo isto estava ligado a um mito bem estabelecido: o sucesso face ao sexo oposto.
Eu sempre senti curiosidade por outras coisas. Uma delas o sexo propriamente dito. A outra era a música. Preferi passar a adolescência a passear enormes LPs de casa para escola e da escola para casa.
Mas deixemos as motas de lado. Desde que vi há uns anos o filme da Emmanuelle, que não via uma ligação tão íntima entre sexo e tabaco.
Há coisas que eu nunca perceberei. O prazer de inalar alcatrão é uma delas. A maioria dos fumadores acham que o fumo no espaço público pode ser moderado em ambientes "sérios" - no trabalho, nas escolas, nos museus, nos cinemas, nos transportes públicos... Mas quando se trata de "lazer" a coisa muda de figura. O cigarro é "lazer". Por isso os cafés, restaurantes, bares e discotecas são feitos naturalmente para fumar. Naturalmente. Isso nunca será visto como uma violência colectiva pela maioria dos fumadores. Naturalmente.
Deixei de sair à noite há uns anos precisamente por causa do fedor a tabaco. E por causa de outra coisa importante: a música e o sexo. :)
Há coisas que eu nunca perceberei. A mística à volta do cigarrinho pós-coital é uma delas. É que - aqui me confesso - nunca me enrolei com uma fumadora. Acasos da vida.
Ainda posso falar das incoerências de discussões partidárias, onde discutindo-se acesamente assuntos como (ora deixa ver...) a ecologia ou serviço nacional de saúde, enchem-se durante horas, salas com fumo de tabaco, cagando literalmente em noções básicas de poluição, saúde pública e de bem estar colectivo. Triste. Patético.
Há alguns anos que não participo em reuniões dessas. Acasos da vida.
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